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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

LIONS CLUBES DE ILHÉUS RECEBEM A VISITA DO GOVERNADOR - DISTRITO LA2





























Esteve em visita à Ilhéus neste sábado, 20 de setembro, o Governador Dione S. Gutenberg Costa - Distrito LA-2 para o ano Leonístico 2008/2009 (de julho 2008 a junho 2009) e sua esposa, a Domadora Maíza Abramovitz, juntamente com o casal de secretários Dário e Uiara lopes. Foram recebidos pelos leões dos três clubes: Centro, Pontal e Norte. Após recepção, no marco do Lions na entrada da cidade, seguiram para o Lions Centro, onde realizou-se uma reunião com os clubes locais. Foram recepcionados para almoço no Vesúvio pelo casal leonino Vera e Guido Paternostro, à tarde visitaram as obras físicas dos clubes na cidade: Casa de Retiro Nossa Senhora das Graças, apartamentos no abrigo São Vicente de Paulo; cinco gabinetes odontológicos na sede do clube Ilhéus - Centro, que atende em média 1.600 pacientes ao mês, em convênio com a prefeitura; o marco do Lions no aeroporto, informando-se sobre o andamento das ações realizadas pelo restabelececimento dos vôos; a sede do Lions - Pontal; a creche Bom Pastor na Barreira, que atende cerca de 170 crianças por dia; a sede do clube Ilhéus - Norte na Av. Dois de Julho, onde conheceu o trabalho desenvolvido pelas companheiras com gestantes e crianças recém-nascidas.
À noite, foi oferecido ao Governador e seus secretários um jantar no hotel Jardim Atlântico, na rodovia Pontal - Olivença, com a presença de companheiros dos três Lions e autoridades. A cantora Amanda Andrade animou a noite com seu teclado e belíssima voz. Neste domingo, após participação na XXI Caminhada da Primavera, promovida pelo Lions Clube Ilhéus - Centro, em benefício dos tuberculosos, que se encontram em tratamento na Fundação Nacional de Saúde, uma campanha permanente do clube, que há 46 anos doa cestas básicas aos portadores da doença, seguindo de um café da manhã na 18ª CSM, o governador encerrou sua visita à Ilhéus, cujo objetivo além de conhecer a programação de cada Clube, foi tratar de questões relacionadas ao Lions Internacional, orientando aos Clubes sobre outros trabalhos a serem feitos, como por exemplo, os que se referem à diabetes e a visão. O Lions Pontal e o Lions Norte estão desenvolvendo um projeto para a realização de 500 cirurgias de catarata em Ilhéus, Itabuna e Una/Canavieiras no próximo ano. O Governador levou o projeto para análise e capitação de recursos financeiros junto ao Lions Internacional. Na oportunidade, estiveram também presentes representantes da sociedade civil e do Rotary. A Cooperbom Turismo foi representada pelo Diretor Presidente, Cel. Winston Meireles, que também faz parte do Lions Pontal, sua esposa e domadora Sueli Meireles e a Diretora Assistente Maria Morais.

sábado, 20 de setembro de 2008

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DAS COOPERATIVAS DE TURISMO NA INDIA

International Co-operative Alliance Organization

A COOPERBOM TURISMO foi convidada pela ICA - Asia & Pacific - Aliança Internacional de Cooperativas - braço para a Ásia e o Pacífico, para integrar o grupo que apresentará projetos na Conferência Internacional das Cooperativas de Turismo que ocorrerá em Jaipur, na India nos dias 14 e 15 de Outubro de 2008. Estarão presentes cooperativistas do mundo inteiro para o evento que discutirá entre outros temas, o conceito do turismo cooperativo, com apresentações técnicas das cooperativas de turismo, para legisladores e executivos do cooperativismo, por renomados profissionais do setor do turismo cooperativo na Europa e na Ásia, provendo as coooperativas de turismo com estratégias para uma melhor posição tanto nacional quanto internacional através de redes existentes de cooperativas com a ICA. Serão apresentados Case Studies sobre atividades relacionadas ao turismo em Cooperativas no Japão, Coréia, China, Malasia e India, onde o turismo cooperativo tem despontado com enorme força nos últimos anos gerando emprego e renda em toda a cadeia produtiva e fortalecendo os laços entre as nações com o turismo da Paz.


“Cooperation teaches tolerance and tourism through cooperatives inculcates tolerance”.

"A Cooperação nos ensina a tolerância e o turismo através das cooperativas nos propicia o aprendizado da tolerância".

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

BRASIL: Melhor IDH é do DF; O Nordeste concentra os piores



Estados do Nordeste são os últimos no ranking nacional, mas a região foi a que mais evoluiu entre 1991 e 2005 e mostram números inéditos.
Entenda o IDH
O IDH é um índice criado pelo PNUD e calculado para diversos países desde 1990. Originalmente proposto para medir a diferença entre países, foi adaptado para ser aplicado também a Estados e municípios. O índice vai de 0 a 1 — quanto mais perto do 1, maior o desenvolvimento humano. O cálculo é feito pela média simples de três componentes: IDH Longevidade: indicador de longevidade, medida pela esperança de vida ao nascer; IDH Educação: indicador de nível educacional, medido pela combinação da taxa de alfabetização de pessoas de 15 anos ou mais (com peso 2) e da taxa bruta de matrículas nos três níveis de ensino (fundamental, médio e superior) em relação à população de 7 a 22 anos de idade (com peso 1). Para regiões, Estados e municípios do Brasil, usa-se a taxa de freqüência; IDH Renda: indicador de renda, medido pelo PIB real per capita em dólares, segundo o critério de Paridade do Poder de Compra. Para regiões, Estados e municípios do Brasil, usa-se a renda familiar per capita.
O
mais recente ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) dos Estados brasileiros mostra um país partido ao meio. Os números, referentes a 2005, revelam que todos os 11 melhores IDHs são de unidades da Federação do Sul, Sudeste e Centro-Oeste – com destaque para o Distrito Federal, na primeira colocação. Já os piores são os nove Estados nordestinos — não há um Estado sequer do Nordeste com IDH melhor que o de qualquer outra parte do Brasil, segundo o relatório Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente – A experiência brasileira recente, lançado por três agências da ONU: CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), OIT (Organização Internacional do Trabalho) e PNUD.
“Sem dúvida, [o documento] mostra um Brasil dividido. Isso se dá por conta da concentração de renda e da atividade econômica em termos geográficos. A produção ainda é muito mais concentrada no Sudeste e no Sul”, afirma Renato Baumann, coordenador-geral da publicação. O estudo, lançado em 8 de setembro em Brasília, é o primeiro a trazer uma série histórica, ano a ano (de 1991 e 2005), do IDH dos Estados e das regiões do Brasil.
O melhor índice, o do Distrito Federal, é de 0,874, igual ao da Hungria e superior ao de países como Argentina e Emirados Árabes Unidos. A unidade da Federação é líder no ranking em todos três subíndices que compõem o indicador elaborado pelo PNUD (leia mais sobre a composição do IDH no texto ao lado), mas o destaque fica para a renda per capita: o índice relativo à renda (0,824) é muito superior ao do segundo colocado nesse quesito (São Paulo, com 0,768). O IDH-Educação (o componente de instrução do índice) do Distrito Federal é maior que o da Itália, Suíça e Alemanha – esse item, no entanto, mede freqüência à escola e alfabetização, e não qualidade do ensino. Seu IDH Longevidade (que leva em conta a expectativa de vida) supera o de Omã e Argentina, por exemplo.
O segundo lugar no IDH é de Santa Catarina (o Estado que mais melhorou no ranking de 1991 até 2005, ganhando três posições), com 0,840. Em seguida vem São Paulo (que registrou o segundo menor crescimento desde 1991), com 0,833.
Na ponta debaixo , Alagoas, que tinha o pior IDH em 1991, continuou na mesma posição em 2005, com 0,677. Da mesma forma, Maranhão, Piauí e Paraíba não deixaram de ser o segundo, terceiro e quarto piores, respectivamente. Entre todos os índices que compõem o IDH, Alagoas só não tem a pior posição no quesito renda — o IDH-Renda de Maranhão é menor
.
Lenta melhora
Entre 1991 e 2005, o IDH de todas as unidades da Federação melhorou. A região Nordeste, que registra os piores números desde a década passada, foi a que teve também o maior crescimento do índice: 16,3%. Depois vêm Sudeste e Centro-Oeste, ambos com 10,9%. O Sul, que mantém os seus três Estados entre os seis primeiros IDHs também desde a década passada, foi o que menos evoluiu no indicador: 8,5%. Dos dez Estados com maior variação no índice, nove são nordestinos. Os de melhoria mais forte foram Paraíba, Piauí e Bahia.
O vetor da melhoria recente está, segundo o relatório, na educação. “É possível dizer que, das três dimensões do IDH (renda, educação e longevidade), o destaque foi a elevação da instrução. Em todas as unidades da Federação o índice de educação foi o que mais cresceu entre 1991 e 2005. A evolução do IDH-Educação — e, de modo menos pronunciado, do IDH-Longevidade — contribuiu para que diminuísse consideravelmente a diferença (...) entre os níveis de desenvolvimento das regiões brasileiras."
“Há uma certa desconcentração geográfica do processo produtivo em curso. Setores como o calçadista, de automóvel, estão se expandindo tanto da região metropolitana para o interior quanto do Sul/Sudeste para o Nordeste. Isso leva a aumento de renda per capita, de exigência por mão-de-obra qualificada (o que influi na educação) e, conseqüentemente, a maior atendimento público de saúde — o que influi na longevidade”, explica Baumann. “De qualquer forma, essa distribuição ocorre em ritmo lento”, avalia.
Metodologia diferente
Para analisar a variação dos níveis de desenvolvimento humano nos Estados brasileiros e no país como um todo, o relatório calculou os dados do IDH de 1991 a 2005. O resultado, porém, é fruto de uma metodologia diferente da usada pelo PNUD nos
Relatórios de Desenvolvimento Humano e no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.
No relatório publicado em 8 de setembro, o cálculo é feito com base na PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), um levantamento socioeconômico feito anualmente pelo IBGE. Os dados de 1991 e 2000 (anos em que não houve PNAD, mas Censo) foram adaptados para permitir a comparação com o restante da série histórica. No Atlas, há números apenas de 1991 e 2000, extraídos do Censo.
No Relatório de Desenvolvimento Humano, publicado anualmente em Nova York, alguns indicadores são diferentes dos usados no estudo brasileiro. Para calcular o IDH Renda, por exemplo, o relatório internacional usa o PIB per capita; no documento lançado na semana passada, é usada a renda familiar per capita.

UM GIRO SOBRE ILHÉUS - Terra maravilhosa!

Casario abandonado no Rio do Braço.
Centro antigo de Ilhéus.
Casario abandonado no Rio do Braço, construções históricas.
Baia do Pontal.
Casario abandonado no Rio do Braço.
A cabeceira 29 do aeroporto, alvo de grande polêmica.
Catedral de São Sebastião.

A cidade de Ilhéus foi fundada em 1534 e emancipada em 1881, quando passou de distrito a cidade. No fim do séc. XIX, a principal atividade econômica de Ilhéus era a extração e exportação do cacau para a Europa. Porém desde o aparecimento da praga da vassoura-de-bruxa, quando praticamente levou ao caus este tipo de atividade, Ilhéus passou a preocupar-se mais com o desenvolvimento da indústria canavieira, e em consequência disto, surgiu então outra atividade que lhe geraria mais divisas: o turismo. Possuidora de atributos no que diz respeito à beleza, Ilhéus desde a sua "porta de entrada" mostra-se como um cartão postal. Belas praias, belas orlas, belas paisagens. É realmente um lugar para lazer, descanso e apreciação. Uma boa dica para ampla observação da cidade é subir o Outeiro de São Sebastião ou o Morro de Pernambuco onde pode-se vislumbrar toda a baía de Ilhéus. Como não poderia faltar, aquí vão algumas dicas:
Principais praias (opinião de turistas, incluindo as de Itacaré)) - Engenhoca, Camboinha, da Concha, Hawaizinho, Itacarezinho, da Costa, Norte, Sul, Avenida e toda a Orla do Pontal. Outros pontos turísticos - Estância Hidromineral de Olivença (fonte de águas medicinais) e o Véu de Noiva (belíssima queda d'água para tirar fotos). Agito noturno, Bataclã é em Itacaré, cidade próxima e de rara beleza. Na bela Ilhéus, encontra-se o point dos melhores restaurantes da cidade como por exemplo o Boca du Mar, Le Baron e o Vesúvio, todos a la carte e com shows ao vivo. Ilhéus é bem servida de hotéis, existem vagas para todas as classes sociais; de resorts a pequenas pousadas. Na Av. Soares Lopes, no centro da cidade, encontra-se a Praia da Avenida e mais adiante a Praia do Cristo. O comércio é amplo, como nas grandes cidades, encontra-se tudo. Quem gosta de dançar ou deseja fazer aulas de Dança de Salão, certamente encontrará na Cooperbom Turismo espaço para se divertir com as aulas de professores treinados.
Curiosidades de Ilhéus: A sua história, que vem desde a época das capitanias hereditárias, conta com a doação de uma vasta e extensa área de terra feita a Jorge de Figueiredo Correia, donatário até então do que se chamava de terra indígena. Em 1535 na Ilha de Tinharé, que passara à denominação de Capitania de Ilhéus, teve a sua sede administrativa mudada para a região da Foz do Rio Cachoeira, desta vez chamada de Baía de Ilhéus. Este mesmo donatário mais tarde, mandou chamar o espanhol Francisco Romero para tentar fazer a pacificação dos indígenas locais (os tupiniquins) para que pudessem mais tarde criar a fundação cultural da Vila de São Jorge dos Ilhéus. Em 1551, com a morte do donatário, a capitania teve por diversas vezes a mudança de donos e acabou caindo no descuido daqueles que não se importavam com a sua história transformando-a apenas numa vila de pescadores. Hoje ela é conhecida no mundo todo por causa de Jorge Amado, criador de "Gabriela, Cravo e Canela" que teve Ilhéus como cenário deste romance.
O governo municipal está articulando com o governo estadual, buscando opções para implantação de um grande programa de investimentos em Ilhéus, preservando a natureza e sua biodiversidade.
A Cooperbom Turismo convida a todos para conhecer um pouco deste lindo município de Ilhéus, em fotos que foram feitas pelo competente José Nazal que saiu em busca de áreas alternativas para esses novos investimentos. As fotos são maravilhosas, infelizmente, o espaço é pequeno para todas que ele clicou, assim, foram escolhidas algumas para que se possa conhecer esta bela região.

CENTENÁRIO DE MACHADO DE ASSIS - SUA VIDA, SUAS OBRAS.

Machado de Assis - Fotografia em exposição no Museu da Língua Portuguesa - Estação da Luz - São Paulo.
Alunos da 6ªB juntos com a Profª. Luíza da Escola Municipal do Pontal - Ilhéus - Homenagem a Machado de Assis na semana dedicada ao escritor.
Uma das obras de Machado de Assis - Contos de Ciúme - MLP - SP.

Piano e objetos pessoais de Machado de Assis em exposição no Museu da Língua Portuguesa - SP.
Machado de Assis entre Rui Barbosa e amigos - Fotografia em exposição no Museu da Língua Portuguesa - Estação da Luz - São Paulo.

Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país e um mestre da língua, perde a mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que freqüentará o autodidata Machado de Assis. De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco de sua infância e início da juventude. Criado no morro do Livramento, consta que ajudava a missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, Maria Inês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava trabalhando. Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender. Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a proteção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais. Aos 16 anos, publica em 12-01-1855 seu primeiro trabalho literário, o poema "Ela", na revista Marmota Fluminense, de Francisco de Paula Brito. A Livraria Paula Brito acolhia novos talentos da época, tendo publicado o citado poema e feito de Machado de Assis seu colaborador efetivo. Com 17 anos, consegue emprego como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, e começa a escrever durante o tempo livre. Conhece o então diretor do órgão, Manuel Antônio de Almeida, autor de Memórias de um sargento de milícias, que se torna seu protetor.Em 1858 volta à Livraria Paula Brito, como revisor e colaborador da Marmota, e ali integra-se à sociedade lítero-humorística Petalógica, fundada por Paula Brito. Lá constrói o seu círculo de amigos, do qual faziam parte Joaquim Manoel de Macedo, Manoel Antônio de Almeida, José de Alencar e Gonçalves Dias. Começa a publicar obras românticas e, em 1859, era revisor e colaborava com o jornal Correio Mercantil. Em 1860, a convite de Quintino Bocaiúva, passa a fazer parte da redação do jornal Diário do Rio de Janeiro. Além desse, escrevia também para a revista O Espelho (como crítico teatral, inicialmente), A Semana Ilustrada (onde, além do nome, usava o pseudônimo de Dr. Semana) e Jornal das Famílias. Seu primeiro livro foi impresso em 1861, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, onde aparece como tradutor. No ano de 1862 era censor teatral, cargo que não rendia qualquer remuneração, mas o possibilitava a ter acesso livre aos teatros. Nessa época, passa a colaborar em O Futuro, órgão sob a direção do irmão de sua futura esposa, Faustino Xavier de Novais. Publica seu primeiro livro de poesias em 1864, sob o título de Crisálidas. Em 1867, é nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial.Agosto de 1869 marca a data da morte de seu amigo Faustino Xavier de Novais, e, menos de três meses depois, em 12 de novembro de 1869, casa-se com Carolina Augusta Xavier de Novais.Nessa época, o escritor era um típico homem de letras brasileiro bem sucedido, confortavelmente amparado por um cargo público e por um casamento feliz que durou 35 anos. D. Carolina, mulher culta, apresenta Machado aos clássicos portugueses e a vários autores da língua inglesa.Sua união foi feliz, mas sem filhos. A morte de sua esposa, em 1904, é uma sentida perda, tendo o marido dedicado à falecida o soneto Carolina, que a celebrizou. Seu primeiro romance, Ressurreição, foi publicado em 1872. Com a nomeação para o cargo de primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, estabiliza-se na carreira burocrática que seria o seu principal meio de subsistência durante toda sua vida. No O Globo de então (1874), jornal de Quintino Bocaiúva, começa a publicar em folhetins o romance A mão e a luva. Escreveu crônicas, contos, poesias e romances para as revistas O Cruzeiro, A Estação e Revista Brasileira.
Sua primeira peça teatral é encenada no Imperial Teatro Dom Pedro II em junho de 1880, escrita especialmente para a comemoração do tricentenário de Camões, em festividades programadas pelo Real Gabinete Português de Leitura. Na Gazeta de Notícias, no período de 1881 a 1897, publica aquelas que foram consideradas suas melhores crônicas.
Em 1881, com a posse como ministro interino da Agricultura, Comércio Obras Públicas do poeta Pedro Luís Pereira de Sousa, Machado assume o cargo de oficial de gabinete.
Publica, nesse ano, um livro extremamente original, pouco convencional para o estilo da época: Memórias Póstumas de Brás Cubas - que foi considerado, juntamente com O Mulato, de Aluísio de Azevedo, o marco do realismo na literatura brasileira. Extraordinário contista, publica Papéis Avulsos em 1882, Histórias sem data (1884), Vária Histórias (1896), Páginas Recolhidas (1889), e Relíquias da casa velha (1906).
Torna-se diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia, no ano de 1889.Grande amigo do escritor paraense José Veríssimo, que dirigia a Revista Brasileira, em sua redação promoviam reuniões os intelectuais que se identificaram com a idéia de Lúcio de Mendonça de criar uma Academia Brasileira de Letras. Machado desde o princípio apoiou a idéia e compareceu às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, cargo que ocupou até sua morte, ocorrida no Rio de Janeiro em 29 de setembro de 1908. Sua oração fúnebre foi proferida pelo acadêmico Rui Barbosa.
É o fundador da cadeira nº. 23, e escolheu o nome de José de Alencar, seu grande amigo, para ser seu patrono.
Por sua importância, a Academia Brasileira de Letras passou a ser chamada de Casa de Machado de Assis.
Dizem os críticos que Machado era "urbano, aristocrata, cosmopolita, reservado e cínico, ignorou questões sociais como a independência do Brasil e a abolição da escravatura. Passou ao longe do nacionalismo, tendo ambientado suas histórias sempre no Rio, como se não houvesse outro lugar. ... A galeria de tipos e personagens que criou revela o autor como um mestre da observação psicológica. ... Sua obra divide-se em duas fases, uma romântica e outra parnasiano-realista, quando desenvolveu inconfundível estilo desiludido, sarcástico e amargo. O domínio da linguagem é sutil e o estilo é preciso, reticente. O humor pessimista e a complexidade do pensamento, além da desconfiança na razão (no seu sentido cartesiano e iluminista), fazem com que se afaste de seus contemporâneos."
BIBLIOGRAFIA:
Comédia
Desencantos, 1861.Tu, só tu, puro amor, 1881.
Poesia
Crisálidas, 1864.Falenas, 1870. Americanas, 1875. Poesias completas, 1901.
Romance
Ressurreição, 1872. A mão e a luva, 1874.Helena, 1876. Iaiá Garcia, 1878. Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881. Quincas Borba, 1891. Dom Casmurro, 1899.Esaú Jacó, 1904. Memorial de Aires, 1908.
Conto:
Contos Fluminenses,1870. Histórias da meia-noite, 1873. Papéis avulsos, 1882. Histórias sem data, 1884.Várias histórias, 1896.Páginas recolhidas, 1899. Relíquias de casa velha, 1906.
Teatro
Queda que as mulheres têm para os tolos, 1861Desencantos, 1861Hoje avental, amanhã luva, 1861.O caminho da porta, 1862.O protocolo, 1862.Quase ministro, 1863. Os deuses de casaca, 1865. Tu, só tu, puro amor, 1881.
Algumas obras póstumas
Crítica, 1910.Teatro coligido, 1910. Outras relíquias, 1921. Correspondência, 1932.A semana, 1914/1937.Páginas escolhidas, 1921.Novas relíquias, 1932. Crônicas, 1937. Contos Fluminenses - 2º. volume, 1937.Crítica literária, 1937. Crítica teatral, 1937. Histórias românticas, 1937. Páginas esquecidas, 1939. Casa velha, 1944. Diálogos e reflexões de um relojoeiro, 1956.Crônicas de Lélio, 1958. Conto de escola, 2002.
Antologias
Obras completas (31 volumes), 1936. Contos e crônicas, 1958. Contos esparsos, 1966. Contos: Uma Antologia (02 volumes), 1998
Em 1975, a Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministério da Educação e Cultura, organizou e publicou as Edições críticas de obras de Machado de Assis, em 15 volumes.
Seus trabalhos são constantemente republicados, em diversos idiomas, tendo ocorrido a adaptação de alguns textos para o cinema e a televisão.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

ATIL REUNE AUTORIDADES E SETOR TURÍSTICO NA COOPERBOM TURISMO

Presidente da Atil Luiggi Massa.
Hermano Fahning, Prefeito Newton Lima, Leila, Marinilva e o Cel. Winston Meireles . Empresários do setor atentos às apresentações.
Hermano Fahning, Ronaldo Santana e empresários atentos às explanações da Atil.
O Secretário de Planejamento e de Obras Paulo Goulart fazendo suas apresentações.O Prefeito Newton Lima, o Cel. Winston Meireles, Luiggi Massa e Robert Godoy (à mesa), e a candidata a vereadora Marinilva expondo sua proposta de trabalho.
O Secretário de Turismo Hermano Fahning apresentado seu trabalho e novas propostas para o turismo de Ilhéus.
Cel Winston Meireles explanando os objetivos da COOPERBOM TURISMO e propostas para gerar emprego e renda para a cidade através do turismo cooperativo.

A Associação de Turismo de Ilhéus, Atil, reuniu seus associados e convidados na sede da COOPERBOM TURISMO, nesta terça-feira, às 18:00hs para discutir questões em pauta como: informações referentes ao aeroporto, o andamento da convenção do segmento, caminhada pela primavera, propostas de políticas públicas para o turismo pela candidata a vereadora Marinilva, proposta de parceria para a qualificação e contratação de mão-de-obra hoteleira e assuntos que foram surgindo no decorrer da reunião.
Estiveram presentes o Prefeito Newton Lima, que explanou sobre sua proposta de governo para os próximos quatro anos, se eleito for, ao tempo em que informou sobre as questões levantadas sobre as ações em evidência no município. Também estavam presentes o Secretário de Turismo Hermano Fahning e o Secretário de Planejamento e de Obras Paulo Goulart, que explanaram sobres suas pastas no governo atual e suas propostas para os próximos quatro anos. Os empresários do setor turístico e representantes de associações pró-Ilhéus como, Marco Lessa, Presidente do Costa do Cacau Convention Bureau, Maria do Socorro Mendonça e Paulo Lago da Associação Ação Ilhéus, que foram convidados para o encontro, questionaram sobre ações do município e sugeriram algumas, para que Ilhéus desponte para o Brasil e o mundo como o destino ideal.
O Diretor Presidente da COOPERBOM TURISMO Cel. Winston Meireles, que foi convidado pelo Presidente da Atil, Sr. Luiggi Massa, para fazer parte da mesa ao lado do Prefeito Newton Lima e Robert Godoy, apresentou a COOPERBOM TURISMO, seus objetivos e suas propostas aos presentes, conclamando a todos que querem o crescimento e desenvolvimento da nossa cidade para uma PARCERIA, o único instrumento através do qual a economia se desenvolve de fato. O Prefeito sozinho com seu poder público não consegue abarcar todas as necessidades da cidade para tal crescimento, mas com a parceria dos diversos grupos da sociedade civil, certamente saltaremos do sonho para a realidade. A COOPERBOM TURISMO já está iniciando este processo através dos diversos cursos de capacitação que estão sendo ministrados em sua sede, para os cooperados e pessoas da comunidade que atuam ou não no setor, colocando em prática seus projetos que visam o desenvolvimento de Ilhéus através da sustentabilidade e responsabilidade social com o turismo cooperativo responsável, acreditamos que juntamente com a Atil e todo o setor turístico, estas ações se multiplicarão gerando os benefícios propostos.
"A ATIL é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, legalmente constituída, com sede no Edifício Cidade de Ilhéus - Sala 506 – Centro – Ilhéus – BA, e integra todas as empresas ligadas ao turismo na região da Costa do Cacau. A sua finalidade é trabalhar em benefício do desenvolvimento do turismo a fim de estimular a compreensão, harmonia e convivência entre seus associados e estabelecer relações com entidades públicas e privadas ligadas ao turismo que compartilhem com esses mesmos objetivos. Desta forma, sua força como instituição está diretamente ligada à sua capacidade de unir as empresas envolvidas direta ou indiretamente no turismo como por exemplo: hotéis, pousadas, restaurantes, bares, agências de viagem, receptivos, empresas de transporte aéreo, rodoviário, cabanas de praia, enfim, todas aquelas que são beneficiadas com o fluxo de turistas e agregar valores auxiliando a capacitação de funcionários, de empresários, intermediando assessorias jurídicas, trabalhistas, administrativas, de informatização, de marketing e publicidade, enfim, proporcionando informação e ferramentas a seus associados.
É justamente, na intenção desta parceria, que todos são convidados a fazer parte desta luta, para que juntos possamos fazer ressurgir o turismo de nossa cidade e conseqüentemente restaurar as finanças de nossos empreendimentos e poder ter a esperança de que dias melhores virão a ponto de que deixemos para os nossos filhos um futuro cheio de expectativas favoráveis. Todos nós somos cientes de que apesar das dificuldades que muitas vezes nos afligem precisamos reagir e vencer. Não há outra opção! Desanimados mas não derrotados! Preocupados mas não desesperados! Para muitos, tudo que têm está investido aqui e apenas com o desenvolvimento da cidade podem recuperar seus investimentos. É hora de unir forças! Esquecer as rivalidades e tornar nosso concorrente um grande parceiro".

"JUNTOS SEREMOS MELHORES!"

sábado, 6 de setembro de 2008

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL - NOSSA HISTÓRIA

Independência do Brasil: processo histórico culminado com a proclamação de Dom Pedro I - óleo sobre tela.

A independência do Brasil, enquanto processo histórico, se desenhou muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência. A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo. Do ponto de vista econômico, essa medida pôde ser vista como um primeiro “grito de independência” onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites. Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês. Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia. Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembléia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que o mesmo legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil. A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal. Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira. No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político. Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia. Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembléia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.

Por Rainer Sousa (Graduado em História - Equipe Brasil Escola)
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SALVE A NAÇÃO BRASILEIRA!

INSPEÇÃO NO AEROPORTO DE ILHÉUS

A COOPERBOM TURISMO presente na passeata.
Representantes da sociedade civil e o prefeito Newton Lima.
O Cel. Winston Meireles.
O Prefeito Newton Lima junto com os representantes da sociedade civil.
O Ten. Cel. Heleno, o Prefeito Newton Lima e Edilson (Infraero). (foto by Mary Melgaço)


Na manhã de 05 de setembro, foram recepcionados pelo prefeito Newton Lima no Aeroporto Jorge Amado - Ilhéus, técnicos do Instituto de Cartografia da Aeronáutica e do Departamento de Controle Aéreo Brasileiro, sob a coordenação do Tenente-Coronel da Aeronáutica Afonso Heleno de Oliveira Gomes. Segundo eles as operações de vôos no Aeroporto Jorge Amado não sofrerão qualquer tipo de restrição, como chegou a determinar a portaria da Agência Nacional de Aviação Civil -Anac, adiada em atendimento à reivindicação da sociedade organizada da região sul da Bahia. Durante o encontro, o coordenador da inspeção, o tenente-coronel de Aeronáutica Afonso Heleno, tranqüilizou o prefeito no que se refere às restrições impostas pela Anac, resta-nos esperar pelos resultados da inspeção nos próximos 15 dias.
O Prefeito Newton Lima, que está entusiasmado com as novas informações, pois o aeroporto é um importante ponto de apoio à economia da região sul da Bahia, reuniu a sociedade organizada no saguão do aeroporto, para transmitir as últimas determinações do governo federal na questão do aeroporto, trazidas pelo tenente-coronel Heleno que garantiu que todos os obstáculos serão removidos para que o aeroporto possa continuar seu funcionamento.
A equipe que fará o diagnóstico para detectar os pontos de maior risco está concentrando os estudos no hotel Opaba e em outro prédio construído, também, em área indevida, assim como de vários outros itens, como a instalação de postes e a localização de árvores no perímetro circular ao aeroporto.
O DECEA apontou uma série de obstáculos que reduziriam as operações de pouso no aeroporto, o que levou a TAM e a Gol a cancelarem seus vôos noturnos, comprometendo a economia da região.
Desta forma, todo a Trading Turístico sofre com a queda do turismo na Costa do Cacau por onde passam cerca de 400 mil turistas todos os anos, um dado crescente.
A COOPERBOM TURISMO, na pessoa de seu Diretor-Presidente o Coronel R/R da Aeronáutica Winston Meireles e a Diretora Assistente Maria Morais, juntamente com representantes do Clube de Dirigentes Lojistas (CDL), do Fórum Permanente em Defesa de Ilhéus, da Associação Comercial de Ilhéus, da Atil, do Lions Clube Pontal, Lions Centro, Rotary Clube Jorge Amado, entre outros representantes da sociedade civil organizada e todos que defendem esta causa, estiveve presente no aeroporto para acompanhar o andamento da inspeção, na oportunidade, o Coronel Meireles conversou com o Ten. Cel. Heleno, o que nos deixou cientes dos procedimentos iniciados.
Vamos continuar a nossa jornada para transformar A Costa do Cacau numa região forte e com o turismo em alta em todas as estações do ano, gerando emprego e renda.
A união faz a diferença, um grupo ainda que formado por 100 pessoas, é apenas UM grupo, junto com outros grupos com mais 50, 60, 70 pessoas cada um, é um TIME, uma equipe com os mesmos objetivos e se ajudando mutuamente para o bem comum. Parabéns a todos que se uniram por Ilhéus e região.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

ILUSTRE PROFESSOR DOUTOR HENRIQUE TOMÉ C. MATA EM ILHÉUS

Prof. Doutor Henrique Mata (UFBA), Profª. Carla Freire (UESC) e seu esposo Gilberto Guimarães, Cel. Winston Meireles e Maria Morais (Cooperbom Turismo).
Prof. Doutor Henrique Mata e Cel. Winston Meireles.

De passagem por Ilhéus, o Professor Doutor Henrique Tomé da Costa Mata, que veio participar da banca do mestrando Elton Silva, na UESC. Possui graduação em Engenharia Florestal pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1990), graduação em Licenciatura em Ciências Agrícolas pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1990), com estágio supervisionado na área de administração rural, possui mestrado em Ciências Florestal pela Universidade Federal de Viçosa (1993), com dissertação concentrada em economia florestal (tese no campo de socioeconomia relacionada a demanda de energia residencial em áreas de ativividades de produção florestal destinada ao suprimento das indústrias de papel e celulose; e tem doutorado em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Viçosa (2001), com tese desenvolvida na área da teoria econômica e meio ambiente (macroecnomia da poluição). Atualmente é professor adjunto na Universidade Federal da Bahia (departamento de Teoria Econômica), depois de passagem como professor adjunto no Departamento de Ciências Econômicas, 2001 - 2006) pela Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC. Tem experiência na área de gestão de Recursos Naturais e Meio Ambiente e atualmente desenvolve o ensino nas disciplinas de teoria econômica, macroeconomia e economia dos recursos naturais e meio ambiente, procurando nos seus enfoques de pesquisa, desenvolver visões e análises alternativas de desenvolvimento regional e local.
O Professor Mata, foi um dos professores no curso de Economia das Sociedades Cooperativas da Universidade de Santa Cruz, no qual o nosso Diretor Presidente, Cel. Winston Meireles se especializou recentemente.