sábado, 1 de novembro de 2008

CASA DE APOIO À PESSOA PORTADORA DE CÂNCER TEM NOVA DIRETORIA

A Psicóloga da entidade, Rosângela Machado, falando da importância da prevenção de câncer entre os homens, número cada vez mais crescente por uma questão de educação.Yêda Nunes, Sueli Meireles, Mariah Morais, Zelita Oliveira e Marcos Mendonça.
Cel. Winston Meireles, Sueli Meireles, Zelita Oliveira, Lolô Mendonça, Yêda Nunes, Mariah Morais e Marcos Mendonça.
Voluntárias da Casa de Apoio.
Zelita Oliveira, Mariah Morais, Lolô e Marcos Mendonça e Sueli Meireles.
A diretoria em discurso de posse.
O Cel. Winston Meireles, discursando sobre a importância da solidariedade, que segundo ele, é muito mais valiosa do que o capital, e tão pouco praticada na sociedade em que vivemos.
Marcos e Lolô Mendonça e o Cel. Winston Meireles.

Tomou posse hoje, dia 01 de novembro, a nova diretoria da Casa de Apoio à Pessoa Portadora de Câncer. Sua nova Presidente, Yeda Nunes Silva, explanou brevemenete seus planos para esta gestão, parabenizou a gestão anterior e agradeceu aos convidados que estavam presentes no evento.
A psicologa Rosângela Machado, fez um breve relato dos dados brasileiros sobre o câncer, ressaltando a importância dos exames para os homens, uma vez que o índice entre eles é altíssimo, principalmente pelo fato de serem mais vulneráveis à doença por uma questão clássica da educação.
Um pequeno estudo feito na Inglaterra com 442 homens de 45 a 49 anos mostrou que 54 tinham PSA’s elevados. Muitos não entendem que o câncer de próstata não é exclusividade de idosos - o risco aumenta com a idade, mas há homens jovens com câncer de próstata. Como parte da pesquisa foram feitas biópsias nesses homens. Dez homens tinham câncer de próstata. Os resultados foram publicados no British Medical Journal. A prática atual na Inglaterra é começar com os testes anuais aos 50, mas esses resultados sugerem que começar aos 40 seria razoável. Os testes são gratuitos a partir dos 50 mas, se houver casos de câncer de próstata na família ou se a pessoa for negra o estado pode pagar o teste, que não é caro. O toque retal reduz os erros, mas muitos homens se recusam a fazê-lo. Além deste, outros tipos de câncer acomentem os homens, como o de pele, de pulmão, etc.
Entre os discursos feitos pelos voluntários presentes, ressaltou-se a importância em se apoiar as pessoas que são portadoras de algum tipo de câncer.
O trabalho voluntário é uma experiência aberta a todos. Não é só quem é "especialista" em alguma coisa que pode ser voluntário. Muito pelo contrário: todos podem contribuir, a partir da idéia de que o que cada um faz bem, pode fazer bem a alguém. O que conta é a motivação solidária, o desejo de ajudar, o prazer de se sentir útil. Muitos profissionais preferem colaborar em áreas fora de sua competência específica, exatamente para se abrir a novas experiências e vivências, é o caso da arquiteta Lolô Mendonça e seu esposo Marcos Mendonça que assumiram junto com a nova presidente, a diretoria da Casa Dom Eduardo.
Não podemos esperar que o Estado faça tudo, pois sabemos da dificuldade em se provar ao próprio Estado que é melhor prevenir do que curar, que os gastos com a prevenção são infinitamente menores do que com a cura da doença instalada.
Tradicionalmente, no Brasil, o voluntariado se concentrou na área de saúde e no atendimento a pessoas carentes. O reconhecimento da urgência de ações nessas áreas não é contraditório com a valorização de novas possibilidades de voluntariado nas áreas de educação, atividades esportivas e culturais, proteção do meio ambiente, etc. Cada necessidade social é uma oportunidade de ação voluntária. Basta olhar em volta e dar o primeiro passo. Pensando assim, a COOPERBOM TURISMO, através de um de seus projetos, o Projeto Empreender Mulher, que foi idealizado entre as cooperadas e cujo objetivo é apoiar os diversos projetos sociais dos quais elas fazem parte, esteve presente na posse da nova diretoria. O Diretor Presidente Cel. Winston Meireles, Sueli Meireles, Mariah Morais e Zelita Oliveira, entregaram à entidade uma cama hospitalar doada pela DURKLEIN HOSPITALAR, através dos nossos cooperados Thomas Durklein e Elizabete Custódio, e a arrecadação de alimentos e roupas de cama e banho feita entre os cooperados. As reuniões para o monitoramento deste projeto já estava ocorrendo desde o início do mês de outubro na sede da cooperativa e culminou com a entrega da arrecadação entre os cooperados à Casa de Apoio.
Somos todos seres interdependentes, precisamos ser solidários, doar um pouco de nosso tempo faz de nós seres melhores e espiritualmente mais evoluídos, mais completos. Que sejamos todos voluntários!

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